Mitos e Verdades Sobre Detetives Particulares

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Para muitas pessoas, o trabalho exercido por detetives particulares envolve investigar casos complexos, desvendar pistas e lidar com um estado de adrenalina constante. Tudo isso também faz parte da profissão, mas nem sempre é do jeito que as pessoas imaginam.

Até hoje, filmes e séries sobre detetives ajudam a criar a imagem do profissional impassível, misterioso, e que soluciona grandes mistérios da humanidade. Não é preciso dizer que a realidade está muito longe disso tudo, não é mesmo?

Pensando nisso, separamos alguns mitos e verdades sobre essa profissão. Leia o texto abaixo e fique ligado sobre o que faz parte ou não do cotidiano desses profissionais.

O que um detetive particular faz?

Um detetive particular pode atuar em diversas atividades, desde investigar uma traição até localizar pessoas desaparecidas. Seus serviços são requisitados, principalmente, por conta da agilidade em que as informações são coletadas. De acordo com a complexidade do caso investigado, o contratante pode adquirir resultados em um curto período de tempo.

Além da investigação conjugal e do serviço de localização de pessoas, os profissionais também trabalham com monitoramento de celulares e obtenção de provas para processos judiciais.

Existem muitas peculiaridades sobre esse trabalho, que para quem é leigo no assunto, podem parecer incomuns. Veja agora os principais mitos e verdades sobre detetives particulares e tire todas as suas dúvidas.

1.   Detetives particulares trabalham para a Polícia

MITO. Detetives que atuam em investigação particular não têm ligação com a Polícia ou com nenhum órgão de segurança pública. Sendo assim, eles também não têm acesso a dados sigilosos ou informações protegidas por lei.

Outra questão importante é que detetives particulares não podem investigar casos criminais, esse trabalho é reservado aos agentes de polícia. Sem contar outras restrições que a profissão impõe, o que não impede que, em certos casos, o investigador particular auxilie o trabalho dos oficiais, já que as provas reunidas podem ser acrescentadas a inquéritos policiais.

2.  É preciso ter uma formação específica para atuar como detetive particular

VERDADE. Não existe um curso de ensino superior que desenvolva detetives particulares, entretanto, para trabalhar com essa atividade é obrigatório realizar um curso em uma instituição certificada, que permita que você trabalhe nesse segmento.

A formação tem como intuito ensinar técnicas de discrição e noções sobre o comportamento humano. Além disso, ao optar por seguir a profissão, é necessário aprender a manipular equipamentos e estar ciente sobre as leis que regem o ofício.

Sem contar que o investigador particular deve ser paciente, cauteloso, curioso e estar sempre disposto à leitura e pesquisa. Habilidades que não serão adquiridas em uma sala de aula.

3.  O investigador particular tem direito ao porte de arma

MITO. Por não ser membro da polícia, o detetive particular não possui direito ao porte de arma de fogo. Isso porque, a tarefa do profissional é coletar informações, identificar fatos importantes e investigar suspeitas que não estão ligadas a crimes. Sendo assim, o porte de arma não é necessário, mesmo que em alguns casos, a atuação seja arriscada.

4.  O detetive pode seguir pessoas e usar disfarces

VERDADE. O detetive pode seguir pessoas, desde que seja contratado para essa função. Esse tipo de ação é comum, principalmente em casos de investigação conjugal, já que para confirmar ou não suspeitas de traição, o detetive busca conhecer a rotina do investigado, vigiando seus passos por um longo período do dia.

Para aprimorar essa tarefa, o profissional pode utilizar disfarces para manter a discrição. Esse artifício também é usado por muitos que buscam se infiltrar em lugares, o que, muitas vezes, faz parte de uma investigação particular.

5.  Contratar um investigador particular custa caro

MITO. O preço cobrado pelo profissional ou pela agência vai depender da complexidade do serviço contratado. Portanto, é importante que fique claro para o cliente, a maneira que o investigador trabalha, os equipamentos que ele utiliza, sua carga horária, e se o serviço é cobrado por hora ou por dia. Todas essas informações devem estar incluídas em contrato, assinado pelas duas partes.

O valor pode variar conforme o serviço, o profissional ou a empresa escolhida. O local que você reside também pode influenciar o preço, lembrando que é possível contratar um detetive particular em Campo Grande MS, São Paulo SP, Salvador BA e outras cidades brasileiras.

Conclusão

Ficou com mais alguma dúvida sobre o trabalho dos detetives particulares? Espero que não. Mas só para revisar o que foi visto até aqui, lembre-se, um profissional que atua como detetive particular não é considerado um agente de segurança pública, sendo assim, não é parte do trabalho prender pessoas ou carregar armas.

Entretanto, o investigador particular pode trabalhar em casos que envolvem traição conjugal, localizar pessoas, obter informações sobre paternidade ou uso de drogas. Para isso, o detetive pode vigiar pessoas investigadas, fazer uso de disfarces e utilizar equipamentos tecnológicos, como drones e câmeras.

Se você possui suspeita de alguém e quer obter respostas, tenho certeza que uma agência de detetives pode te ajudar.

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